Que tipos de infeções respiratórias existem e como se diagnosticam?

As infeções respiratórias podem ser divididas de acordo com a região do aparelho respiratório afetado e os sintomas e sinais caraterísticos variam de acordo com os órgãos e as estruturas atingidas.

Podem ser divididas em 2 grandes grupos:

> INFEÇÕES RESPIRATÓRIAS ALTAS Afetam as Vias Respiratórias Superiores (VAS). Infeções mais comuns:

  • Otites – Infeções do ouvido médio (comunicam com a rinofaringe)
  • Rinossinusites – Infeções do nariz e seios perinasais
  • Amigdalites – Infeções das amígdalas palatinas
  • Faringites – Infeções da faringe
  • Laringites – Infeções da laringe

> INFEÇÕES RESPIRATÓRIAS BAIXAS Afetam as Vias Respiratórias Inferiores (VAI). Infeções mais comuns:

  • Traqueobronquite – Infeções da traqueia e dos brônquios
  • Bronquite crónica e exacerbação da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica – Infeção crónica dos brônquios
  • Pneumonia – Infeção dos pulmões

> OTITES

As otites são infeções dos ouvidos (Fig. 25).

O ouvido divide-se em 3 zonas que têm funcionalidades diferentes- o ouvido externo, médio e interno. A parte que tem estreita relação com as vias respiratórias é o ouvido médio que comunica com a rinofaringe por uma pequena estrutura tubular (trompa de Eustáquio) e que permite a contaminação do ouvido quando as vias respiratórias estão infetadas. Essa é a razão porque as crianças têm otites no decurso de adenoidites e de faringites e também porque se ouve mal quando se está constipado.

A otite média aguda surge assim no decorrer de uma infeção faríngea que provoca o edema e encerramento da trompa de Eustáquio e impede o muco infetado de sair do ouvido médio, facilitando a proliferação bacteriana e a transformação do derrame seroso em pus.

É a presença desta efusão infetada que condiciona as principais queixas das otites:

  • Dor intensa (otalgia) que alivia se a pressão do pus provocar uma pequena perfuração timpânica e se o líquido escoar para o exterior do ouvido por essa via.
  • Febre frequente, sobretudo na fase inicial da doença, podendo desaparecer se houver evacuação do pus pelo ouvido externo. Pode haver otite sem febre mas é menos comum.
  • Perda de audição (hipoacusia) e zumbido por redução da mobilidade do tímpano devido ao edema, ao derrame e à ausência de funcionamento da trompa de Eustáquio, que é fundamental para o equilíbrio de pressões dentro da caixa do tímpano (ouvido médio). Pode haver alterações do equilíbrio relacionadas com o fato de o ouvido ser o órgão periférico do equilíbrio e da estereofonia permitida pelos 2 ouvidos ser importante para essa função.
  • Alteração do estado geral acompanha quase sempre o episódio de otite. Irritação, perturbação do sono (sonolência ou sono interrompido), perda de apetite, diarreia, choro, sensação de pressão no ouvido e na cabeça, são sintomas comuns.
  • Edema da orelha (pavilhão auricular), aumento de volume dos gânglios do pescoço e corrimento no ouvido são sinais habituais.

O diagnóstico é feito pelo médico baseado na história clínica, no exame físico e na observação do ouvido com otoscópio.  Habitualmente, a prescrição de medicamentos é baseada nesta avaliação. No entanto, poderá ser necessário fazer uma colheita de pus para análise e identificação dos micro-organismos responsáveis bem como a sua sensibilidade aos antibióticos. Raramente será necessária análises de sangue, exceto se a otite não resolver rapidamente ou se houver complicações.

> RINOSSINUSITES

As rinossinusites são infeções do nariz e dos seios perinasais (cavidades naturais nos ossos da face que comunicam com o nariz) (Fig. 26).

O nariz é um dos alvos mais expostos à colonização por agentes microbianos virais e bacterianos (e em certas circunstâncias de debilidade imunológica, também por fungos).

Dada a proximidade dos seios perinasais, as infeções envolvem habitualmente essas cavidades provocando a rinossinusite.

Esta situação resulta da congestão dos estreitos canais de drenagem dos seios perinasais para o nariz, provocando a acumulação de secreções no interior do seio e consequente multiplicação bacteriana e formação de pús.

Ao contrário do que muitas pessoas crêm, a rinossinusite não é uma doença permanente e não se refere às perturbações nasais comuns como hiperprodução de muco ou espirros frequentes (sintomas sugestivos de rinite que é uma inflamação apenas da cavidade nasal e não afeta os seios perinasais). As rinossinusites agudas, que ocorrem durante uma infeção respiratória comum, curam em geral até 4 semanas e raramente deixam sequelas ou se tornam crónicas.

Os principais sintomas e sinais de rinossinusite são:

  • Congestão nasal, edema da mucosa que dificulta a respiração e o sono, obrigando à respiração bucal, que condiciona a secura da mucosa.
  • Espirros frequentes e corrimento nasal que inicialmente é transparente e muito fluido e posteriormente engrossa e torna-se amarelo esverdeado, sinal frequente de infeção bacteriana a complicar a infeção inicial, habitualmente viral.
  • Dores de cabeça e na face, geralmente em torno das olhos, região frontal e na região malar que pode provocar dor ou sensação de pressão nos dentes de cima (por inflamação de algumas raízes localizadas nos seios maxilares).
  • Perda de olfato e paladar, mau hálito que se deve não só à presença de bactérias nas secreções, mas também à secura da mucosa bucal.
  • Dor de ouvidos e baixa da audição por edema da trompa de Eustáquio e inflamação contígua da mucosa do ouvido médio.
  • Mal-estar geral que se manifesta por cansaço, calafrios, estado febril e má disposição.

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado na avaliação dos sintomas e sinais, a observação do nariz e da garganta. A avaliação da sinusite requer muitas vezes o recurso a exames radiológicos como radiografia simples (em desuso por ter muitas limitações) e Tomografia Computorizada (TC, anteriormente designada TAC), exame que permite ver com muito detalhe as cavidades dos seios, a inflamação dos tecidos e a presença de líquido no seu interior.

> FARINGITES E AMIGDALITES

As faringites e as amigdalites (referidas em termos comuns como anginas) são respetivamente, infeções  da faringe e das amígdalas (estruturas situadas nas paredes da orofaringe) (Fig. 27).

São muito frequentes nas crianças e provocam alterações importantes do estado geral pela febre alta, dor e dificuldade em engolir. Vírus e bactérias (nomeadamente o estreptococo, o vírus da mononucleose infeciosa e outros vírus respiratórios) são os responsáveis pela doença. As amigdalites causadas pelo Streptococcus pyogenes (Beta-hemolítico grupo A), pode complicar-se de doenças como Febre Reumática (que inflama as grandes articulações e pode provocar deformações das válvulas do coração) ou de inflamação dos rins. Felizmente que, com o tratamento correto e atempado da amigdalite, estas complicações são hoje pouco frequentes.

Os principais sintomas e sinais de faringite e amigdalite são:

  • Dor de garganta, ardor ou sensação de garganta áspera que dificulta a deglutição de alimentos e mesmo de saliva. A dor pode refletir-se no ouvido.
  • Sensação de volume na garganta acompanhada de tumefação dos gânglios do pescoço que se tornam visíveis e dolorosos.
  • Dificuldade em engolir e por vezes em respirar, sobretudo nas crianças mais pequenas que possuem amígdalas e adenoides (tecido linfoide de defesa na região posterior da cavidade nasal) muito volumosos. As crianças mais pequenas podem ficar desidratadas pela recusa alimentar e febre alta.
  • Febre alta e mal-estar geral, cansaço, arrepios, dores de cabeça, sonolência.

O diagnóstico é feito pelo médico baseado na avaliação dos sintomas e sinais. A observação da garganta (que pode ser feita em casa ao espelho com uma lanterna) permite ver a mucosa da faringe muito vermelha e edemaciada, com exsudado que frequentemente escorre pela parede posterior da faringe. Nas amigdalites é frequente as amígdalas estarem cobertas por pontos ou membranas esbranquiçadas ou amarelo-cinza, correspondente a exsudado purulento (pus). Em certas circunstâncias, poderá ser necessário fazer análises de sangue para avaliação da situação clínica. Raramente é recolhido exsudado (zaragatoa) para estudo do agente causador.

> LARINGITES

As laringites são infeções da laringe que constitui um órgão de passagem do ar e simultâneamente o órgão da voz (Fig. 28).

São frequentes as inflamações inespecíficas deste órgão causadas por tóxicos, por refluxo gastroesofágico e pelo esforço vocal. As infeções da laringe são predominantemente virais mas podem complicar-se de colonização bacteriana.

Podem ser muito graves nas crianças devido ao edema desta região (a mais estreita da árvore respiratória) poder ser causador de dificuldade em respirar, o que pode exigir hospitalização.

Os principais sintomas e sinais de laringite são:

  • Rouquidão persistente, audível quer na fala quer no choro das crianças pequenas.
  • Dor de garganta e dor ao engolir alimentos.
  • Tosse seca irritativa persistente e que por si só é fator de agravamento do edema das cordas vocais.
  • Sensação de falta de ar (dispneia) e, nas situações mais graves como ocorre em crianças pequenas, com ruído inspiratório e sinais de dificuldade de oxigenação-palidez, lábios roxos, depressão da pele do tórax acima do esterno e clavículas e entre as costelas (“tiragem”).
  • Febre e mal-estar geral, cansaço, arrepios, dores de cabeça, sono irrequieto (o agravamento do quadro clínico surge frequentemente durante o sono).

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado na avaliação dos sintomas e sinais. Pode ser necessário o recurso a exames radiológicos e a fibroscopia laríngea (exame realizado com um equipamento de fibra ótica muito fino, que se introduz no nariz, permitindo a visualização das estruturas e do seu movimento durante a respiração e a fala).

> TRAQUEOBRONQUITES

As traqueobronquites são infeções agudas da traqueia e dos brônquios causadas principalmente por vírus, mas também por bactérias (Fig. 29).

Surgem geralmente na sequência de infeções respiratórias altas que progridem em direção aos brônquios mais pequenos.

A infeção provoca edema da mucosa, hiperprodução de muco com infeção das secreções que se tornam espessas e amarelo-esverdeadas (quando ocorre infeção bacteriana) e perturbação da respiração, que se torna mais curta e mais rápida.

É uma infeção comum em crianças e idosos, habitualmente benigna, mas que pode tornar-se complicada em doentes debilitados (doentes respiratórios com asma e DPOC, doenças cardiovasculares, diabetes, baixa da imunidade).

Os principais sintomas e sinais de traqueobronquite são:

  • Tosse que pode ser seca de início, evoluindo para tosse produtiva com expetoração abundante, espessa e purulenta.
  • Sensação de peso no peito, dor ao tossir e frequentemente ardor ao respirar.
  • Sensação de falta de ar (dispneia) resultante da inflamação brônquica e das secreções espessas que causam obstrução das vias aéreas. Os bronquíolos terminais podem fazer espasmos que provocam ruídos sibilantes.
  • Rouquidão, dor de garganta e ao engolir devido à contaminação concomitante dos andares superiores das vias respiratórios.
  • Febre e mal-estar geral, cansaço, arrepios, dores de cabeça.

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado na avaliação dos sintomas e sinais. A observação da garganta e do nariz  e a auscultação pulmonar permitem avaliar o grau de compromisso do sistema ventilatório. Pode ser necessário o recurso a exames radiológicos como radiografia simples do tórax ou Tomografia Computorizada (TC), e a análises quer de sangue quer das secreções que permitam orientar o diagnóstico e avaliar o grau de gravidade da infeção.

> BRONQUITE CRÓNICA E EXACERBAÇÃO DA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÓNICA (DPOC)

A bronquite crónica e a exacerbação da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica são afeções dos brônquios (Fig. 30).

10% da população mundial apresenta Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) moderada e cerca de 500.000 portugueses têm sintomas clinicamente significativos. Sendo maior a incidência no homem, verifica-se no entanto, atualmente, um aumento importante das taxas de prevalência nas mulheres e nos jovens, calculando-se que em 2030 esta constitua a terceira causa de morte a nível mundial.

A bronquite crónica é uma inflamação persistente e arrastada da mucosa dos brônquios que se torna edemaciada, com hiperprodução de muco espesso e que condiciona a acumulação deste no interior dos brônquios, dificultando a passagem do ar.

Paralelamente,  ocorre destruição do tecido pulmonar com perda de conexões alveolares e diminuição da elasticidade, o que se designa por enfisema pulmonar. A causa principal é o fumo do tabaco e a frequência de ambientes poluídos com fumos industriais, poeiras químicas e minerais.

A agressão crónica do fumo provoca destruição dos mecanismos naturais de limpeza, inibindo o movimento dos cílios e a capacidade de transporte do muco que se torna muito espesso e facilmente infetado por bactérias. Estes doentes têm infeções respiratórias de repetição, o que agrava progressivamente a sua condição respiratória. Com o passar do tempo e com o processo inflamatório crónico, os brônquios tornam-se progressivamente mais estreitos e instala-se uma condição caraterizada por obstrução persistente da passagem do ar, com limitação progressiva da capacidade respiratória e da atividade física, a que se chama Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC).

Quer a bronquite crónica quer a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), mercê das alterações dos diferentes mecanismos de defesa, são suscetíveis de sofrer agravamento devido fundamentalmente a infeções bacterianas e virais. Estas infeções agravam o prognóstico destes doentes, aumentando as taxas de morbilidade e mortalidade.

Os principais sintomas e sinais de bronquite crónica e a exacerbação da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica são:

  • Tosse produtiva com expetoração mucosa frequente, que evolui por acessos, inicialmente matinais, mas que progressivamente ocorrem em qualquer momento do dia.
  • Episódios de agudização da bronquite cada vez mais frequentes e mais difíceis de resolver que vão agravando progressivamente o quadro respiratório.
  • Sensação de peso torácico, dor ao tossir e frequentemente ardor ao respirar.
  • Sensação de falta de ar (dispneia) resultante da inflamação brônquica e das secreções espessas que causam obstrução das vias aéreas. Nos episódios agudos a sensação de dificuldade respiratória pode ser muito intensa e requerer hospitalização para administração de oxigénio.
  • Febre e mal-estar geral, cansaço, arrepios, dores de cabeça nos episódios agudos.

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado na avaliação dos sintomas e sinais e sobretudo na história clínica prolongada. A auscultação pulmonar permite avaliar o grau de envolvimento do aparelho respiratório. O recurso a exames radiológicos como radiografia simples do tórax ou Tomografia Computorizada (TC), a Provas de Função Respiratória e a análises de sangue (incluindo gasimetria arterial) e das secreções, permitindo orientar o diagnóstico e avaliar o grau de gravidade da infeção, são exames fundamentais para a avaliação da situação clínica.

Uma vez diagnosticada a DPOC, a abordagem deve centrar-se no alívio dos sintomas, na prevenção da progressão da doença, na melhoria da qualidade de vida dos doentes e, principalmente, na prevenção e tratamento das exacerbações, com recurso a diferentes fármacos, cinesiterapia, oxigenioterapia e imunoterapia para prevenção das infeções.

> PNEUMONIA

A pneumonia é a infeção do tecido pulmonar (Fig. 31).

O tecido pulmonar está bem defendido dos vários agentes microbianos que o atingem provenientes do ar inalado.

Em situações normais, o sistema mucociliar e as células de defesa que estão presentes ao longo de todo o aparelho respiratório, neutralizam e eliminam os agentes patogénicos.

Em certas circunstâncias – diminuição das defesas, agressividade do agente ou doença predisponente prévia – esses micro-organismos (vírus, bactérias ou mesmo fungos), vencem as barreiras naturais e desencadeiam a infeção do tecido respiratório (tecido onde se dá a passagem do oxigénio para o sangue e a libertação do dióxido de carbono do ar expirado).

A pneumonia é uma doença que requer cuidados especiais porque, embora a maioria se cura rapidamente com os tratamentos corretos em ambulatório, também é possível que um agravamento rápido do estado geral dos doentes, com instalação de dificuldade respiratória, implique a  necessidade de internamento hospitalar. Estão nesta eventualidade sobretudo crianças de baixo peso e doentes com condições físicas concomitantes como doenças respiratórias prévias, doenças cardiovasculares, diabetes, doentes acamados e de idade avançada, doentes em pós-operatório.

As pneumonias bacterianas são mais perigosas e requerem cuidados médicos e tratamentos mais cuidados.

Os principais sintomas e sinais de pneumonia são:

  • Quadro infecioso agudo com calafrios e febre alta; em situações raras pode decorrer sem febre alta.
  • Tosse intensa que pode ser seca ou com escassas secreções e que evolui para produtiva com expetoração mucosa e depois para purulenta amarelo-esverdeada
  • Dor torácica por vezes tipo pontada mas que pode ser difusa e pouco intensa, ou mesmo ausente.
  • Sensação de peso torácico, dor ao tossir e frequentemente ardor ao respirar.
  • Sensação de falta de ar (dispneia), respiração encurtada, rápida e difícil, resultante da inflamação do tecido pulmonar e das secreções espessas que causam obstrução das vias aéreas. Nos episódios agudos, a sensação de dificuldade respiratória pode ser muito intensa e requerer hospitalização e administração de oxigénio, hidratação e aspiração das secreções.
  • Febre e mal-estar geral, cansaço, arrepios, dores de cabeça nos episódios agudos.

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado na avaliação dos sintomas e sinais. A auscultação pulmonar permite avaliar o grau de compromisso do sistema ventilatório e as zonas afetadas . O recurso a exames radiológicos como radiografia simples do tórax ou Tomografia Computorizada (TC), a análises de sangue (hemocultura e gasimetria) e das secreções, que permitam orientar o diagnóstico e avaliar o grau de gravidade da infeção são exames fundamentais para a avaliação da situação clínica.

Não tome medicamentos para o tratamento das infeções respiratórias sem serem prescritos pelo seu médico.O medicamento que resultou num seu conhecido pode não ser adequado para tratar o seu problema. Não interrompa o tratamento sem falar com o seu médico.Não interrompa o tratamento quando desaparecerem as queixas. Esta atitude está na origem do aumento da resistência aos antibióticos e da crescente dificuldade em encontrar outros antibióticos eficazes.Esta informação não dispensa a consulta com o seu médico.Não tome medicamentos que não lhe tenham sido prescritos pelo seu médico para o tratamento das infeções respiratórias.

This is a unique website which will require a more modern browser to work!

Please upgrade today!